A Assembleia Legislativa realizou, na tarde de quinta-feira (16), o leilão de cinco veículos da sua frota. Em menos de uma hora, foram arrematados quatro dos cinco veículos que constavam do edital. Para a presidente da Comissão de Licitações da Assembleia, Giovana Cristina Tornquist, o leilão ocorreu dentro das expectativas, por se trarar do primeiro realizado pelo Poder Legislativo, mas ela observa que era esperado um número maior de participantes, além dos cinco que se habilitaram.
O leilão foi realizado na sala de licitações, localizada no 2º andar do prédio anexo ao Palácio Farroupilha, e a iniciativa integra o conjunto de propostas de otimização de gastos e geração de receita surgidas a partir do Programa Modernizando a Gestão da Assembleia (MGA), que vem sendo executado pelo Parlamento desde a assinatura de convênio com o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), em 11 de agosto.
O automóvel mais disputado foi a Volkswagen Saveiro CL, ano 1996, cujo lance inicial mínimo era de R$ 6.170,00 e foi arrematada por R$ 11.200,00. A seguir, houve disputa pela GM Zafira 2.0, de 2001/2002, que tinha como lance inicial o valor de R$ 18 mil e foi adquirida por R$ 19 mil. A outra Zafira foi arrematada pelo preço do lance inicial, de R$ 18 mil, e o Toyota Corolla Xei 1.8, modelo 2004/2005, foi arrematado também pelo valor inicial de R$ 23.335,00. O outro Corolla, que não recebeu lance, será incluído num próximo leilão, de acordo com Giovana.
“A intenção do leilão é gerar receita, cujos valores serão destinados a investimentos e não para custeio”, explica a presidente da Comissão de Licitações. Antigamente, segundo ela, os veículos em desuso eram encaminhados à Central de Licitações do Estado (Celic, hoje denominada Central de Compras), mas, a partir do convênio, vislumbrou-se a possibilidade de gerar receita para a própria Casa, prevendo que novos leilões serão realizados.
Programa de modernização
Implantado na Assembleia Legislativa em agosto deste ano, por meio de convênio assinado entre a Mesa Diretora e o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade, o MGA pretende aumentar a eficiência e a segurança dos processos de trabalho do Legislativo. Com as medidas sugeridas, a meta dos organizadores é gerar uma economia de R$ 3,5 milhões nos 14 meses do convênio, sendo que em apenas quatro meses a economia já chegou a R$ 2,7 milhões. O programa também foi adotado nos poderes Judiciário e Executivo do Rio Grande do Sul.
O leilão foi realizado na sala de licitações, localizada no 2º andar do prédio anexo ao Palácio Farroupilha, e a iniciativa integra o conjunto de propostas de otimização de gastos e geração de receita surgidas a partir do Programa Modernizando a Gestão da Assembleia (MGA), que vem sendo executado pelo Parlamento desde a assinatura de convênio com o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), em 11 de agosto.
O automóvel mais disputado foi a Volkswagen Saveiro CL, ano 1996, cujo lance inicial mínimo era de R$ 6.170,00 e foi arrematada por R$ 11.200,00. A seguir, houve disputa pela GM Zafira 2.0, de 2001/2002, que tinha como lance inicial o valor de R$ 18 mil e foi adquirida por R$ 19 mil. A outra Zafira foi arrematada pelo preço do lance inicial, de R$ 18 mil, e o Toyota Corolla Xei 1.8, modelo 2004/2005, foi arrematado também pelo valor inicial de R$ 23.335,00. O outro Corolla, que não recebeu lance, será incluído num próximo leilão, de acordo com Giovana.
“A intenção do leilão é gerar receita, cujos valores serão destinados a investimentos e não para custeio”, explica a presidente da Comissão de Licitações. Antigamente, segundo ela, os veículos em desuso eram encaminhados à Central de Licitações do Estado (Celic, hoje denominada Central de Compras), mas, a partir do convênio, vislumbrou-se a possibilidade de gerar receita para a própria Casa, prevendo que novos leilões serão realizados.
Programa de modernização
Implantado na Assembleia Legislativa em agosto deste ano, por meio de convênio assinado entre a Mesa Diretora e o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade, o MGA pretende aumentar a eficiência e a segurança dos processos de trabalho do Legislativo. Com as medidas sugeridas, a meta dos organizadores é gerar uma economia de R$ 3,5 milhões nos 14 meses do convênio, sendo que em apenas quatro meses a economia já chegou a R$ 2,7 milhões. O programa também foi adotado nos poderes Judiciário e Executivo do Rio Grande do Sul.
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