Fernando Silva da Silva
Vereador Nenê mente, é covarde e quiçá insano!
Depois de mais um ataque selvagem proferido pelo Vereador Paulo Sergio da Silva Barros (Nenê) durante a sessão legislativa do dia 19/09/2011 contra minha pessoa e a jornalista Antonia Laisa deste semanário, procurei a reportagem do mesmo e pedi um possível espaço para me defender, pois, na “Casa do Povo” não temos direito a isto. Faço a afirmação porque o vereador Nenê usa a tribuna dizendo tudo que lhe vem à cabeça (ôca ou terá algo dentro?) e não dá direito de defesa a quem ele agride verbalmente. Então, sugiro a “Casa do Povo”, criar a “Tribuna Popular” e assim escutar o que a população pensa dos senhores vereadores e do trabalho que desempenham, mas isto, com certeza, não o farão, pois é mais fácil, ofender e se esconder por detrás de um “manto de imunidade”, agredindo covardemente cidadãos sem lhes dar direito de defesa!
Após o discurso inócuo proferido pelo vereador venho reafirmar que o mesmo tem que se defender do que lhe foi apontado pelo TCE e não me atacar, o que é mais afim com a conduta que se espera de um “representante popular”; baixaria não é o que lhe dará votos, pelo contrário causará grande decepção a quem lhe escolheu esperando ser defendido e representado dignamente no legislativo gabrielense.
Sobre sua gestão fiscal e o apontamento pela apropriação indébita tenho a informar que é mais digno e nobre da sua parte – vereador – admitir que cometeu a irregularidade, pois o TCE não mente, apenas aponta baseado em documentos públicos, portanto verídicos. Ademais, quando fui entrevistado na rádio São Gabriel a uns 3 ou 4 meses falei a verdade e com base em documentos, inclusive quero explicar de maneira muito simples e objetiva o que foi considerado “apropriação indébita” nas contas do vereador Nenê para não deixar dúvidas e não gerar interpretações erradas: O vereador Nenê descontou em folha de pagamento de vários vereadores e servidores, entre outros, os seguintes valores:
- Empréstimo Consignado Banrisul em dez/2010 – R$ 19.829,72 – Doc. Extra n° 493 de 21/12/2010*
- Convênio Associação Func. Munic. dez/2010 – R$ 10.791,78 – Doc Extra 492 de 21/12/2010*
- Ipresg de dezembro de 2010 – R$ 3.461.46 – Documento Extra n° 491 de 21/12/2010*
- Ipresg de novembro de 2010 – R$ 1.660,22 – Documento Extra n° 467 de 30/11/2010*
- Ipresg de outubro de 2010 – R$ 1.604,64 – Documento Extra n° 446 de 25/10/2010*
- Convênio Associação Func. Municip. Nov/2010 – R$10.615,56 – Doc. Extra 468 de 30/11/2010*
* Dados constantes de documentos públicos fornecidos pela administração 2011 mediante requerimento o qual foi deferido e os documentos em meu poder e à disposição dos senhores leitores.
E, após efetuar o desconto na folha de pagamento dos servidores e vereadores, ao invés de PAGAR AQUELES CREDORES, O PRESIDENTE NENÊ À ÉPOCA, GASTOU O DINHEIRO, EM OUTRAS DESPESAS, OU SEJA, USOU VALORES QUE NÃO ERAM NEM SEUS NEM DA CÂMARA PARA OUTRAS DESPESAS E ISTO É APROPRIAÇÃO INDÉBITA E PONTO FINAL, BASTA QUE CONSULTE QUALQUER DICIONÁRIO DE PORTUGUES OU A LEI A RESPEITO DESSES ATOS.
Ademais o não pagamento do empréstimo consignado dos vereadores e servidores junto ao Banrisul o qual foi descontado de todos em dez/2010, levou vários usuários do empréstimo a serem inscritos, em órgãos de proteção ao crédito e forçou alguns a pagarem em duplicidade, do próprio bolso, tal dívida, pois o vereador não deixou um centavo em caixa para cobrir o valor da despesa que era sua.
Ao analisarmos o fato de que o vereador Nenê, tirou em 2010, R$ 24.146,60, em diárias, para si, rapidamente concluiremos que se tivesse pensado um pouco menos em seu umbigo poderia ter pago uma boa parcela daquelas dívidas e não ter causado o apontamento em questão.
Outro fato importante é que ao invés de se defender ou admitir que conduzira mal as finanças da Câmara, o que seria mais digno, prefere atacar minha pessoa, LOGO EU que não participei de um dia sequer de sua administração, pois fui suspenso por 4 meses e 15 dias e denunciado na Delegacia em duas oportunidades.
Aliás, a respeito deste assunto quero esclarecer que fui inocentado de um processo administrativo pela Comissão e no outro depois de, inclusive, ter sido declarado revel, ilegalmente, anulei-o judicialmente. Portanto...
Em se tratando das denúncias na Delegacia uma fui inocentado e a outra serei da mesma forma, quando de sua conclusão. Logicamente estou processando todos os envolvidos, parceiros do vereador Nenê nesta empreitada contra minha pessoa e minha família. Incluo minha família, pois minha esposa foi demitida quando era estagiária na Secretaria de Assistência Social – a pedido – DO NOBRE VEREADOR NENÊ. Que isto sirva de AVISO A VOCÊ CIDADÃO: SE VOCÊ FOR CONTRA O VEREADOR NENÊ E ELE NÃO CONSEGUIR LHE ATINGIR VAI LOGO ATRÁS DE SUA FAMÍLIA.
Para encerrar quero reafirmar “que jamais faço algo pelas costas das pessoas, bato de frente, assino e assumo o que faço. É assim que fui educado e é assim que ajo. Jamais digo: aquele fulano, aquele contador, ou aquele vereador, menciono os nomes sem medo; é bem mais sadio e digno.
Parabéns a jornalista Antonia Laisa pela matéria e pela coragem, pois apesar de saber que ela não precisa de alguém que a defenda quero dizer que o vereador ao chamá-la de relaxada deveria estar se referindo a sua própria equipe de trabalho, que não soube orientá-lo agindo de maneira relaxada, pra não dizer “porca” na condução da contabilidade de sua gestão, causando-lhe todos aqueles apontamentos a que nos referimos neste texto.
O título realmente merece algumas observações considerando que o vereador Nenê desconhece o significado de muitas palavras no léxico brasileiro, pois usou o vocábulo “ladrão” para me qualificar mal sabendo que ladrão é aquele que se apropria de algo pertencente a terceiros com violência que pode ser física ou moral, talvez a ação que tenha praticado para ordenar sua “troupe” executar os atos que praticou na contabilidade da Câmara no ano de 2011, e mais não tem coragem para enfrentar a realidade dos fatos escondendo-se sob o manto da imunidade e desconfiemos, ainda, de suas faculdades mentais tendo em vista seus últimos atos praticados.
A verdade aparecerá, logo, logo, então o povo que o julgue no momento oportuno.
*Fernando Silva da Silva